#Blogagem Coletiva: Conselhos

julho 08, 2015

A cada mês são-nos propostos temas para realizar a blogagem coletiva, que tem sempre temas tão originais! Querem participar? Cliquem aqui e façam parte do grupo!
E o porquê deste tema ter-me despertado o interesse?
A verdade é que toda a gente tenta dar, de alguma forma, querem ajudar ou até 'mandar' pelas nossas vidas. Mas qual é o impacto que nós temos naqueles que nos rodeiam com os nossos conselhos? Quem consegue ter sapiência suficiente para os dar? Vamos visitar os dois lados da moeda?
Aposto que todos nós já tivemos um momento desses...

Quem dá conselhos...

Existe toda uma gama de conselhos e comentários que pudemos dar para tentar ajudar (ou não) alguém. Por vezes estes são difíceis de calar, incríveis de dar e até mesmo uma missão impossível.
Como dar conselhos complexos quando nós mesmos não conseguimos seguir toda a lógica do que nós mais aconselhamos? Quanto mais opinamos sobre algum tema, quanto mais sugerimos...mais acabamos por dar um passo em falso e, por vezes, até seguir a direcção contrária pois foi o que nos deu para fazer no momento. E, ainda, sentimos as consequências que já calculá-mos quando nos pediram ajuda. Mas não, o ser humano é feito para bater com a cabeça.

Nossas mães - aquelas que se fazem parte da nossa alma com seu amor - tornam-se uma autêntica máquina de calcular as melhores rotas para os seus filhos. Umas pelo objectivo dos seus filhos terem uma vida melhor, outras porque simplesmente não conseguem mais deixar de se fazerem vida pela nossa pele.
Mas quando digo mães, quero referir também os pais. Quem nos dá a vida pelo amor sempre acaba por viver a nossa vida, como se fosse parte da deles - e o é, toda a parte que os fazem ser além deles mesmos. Uma transcendência que só se parece alcançar quando nos preenchemos com essa experiência (não precisa de nascer de nós, mas nascer para nós no amor que brota por eles).

Há toda uma gama de aconselhar, toda uma capacidade de raciocinar de cabeça fria, que nos torna seres aconselháveis para aconselhar.

Quem os recebe...

Por vezes surge uma necessidade tamanha de desabar, de deixar nossas vidas suspensas nos braços de alguém que nos ouça, compreenda e ajude... É aí que entram os conselhos. Sentir-nos embalados pelas nossas dúvidas de tempestade só suaviza com aqueles seres especiais que nos fazem ver aquele sol ali - tão lindo - escondido dentre os trovões. Por vezes trazem-nos leveza, outras vezes conseguem enviar-nos para o poço mais fundo de nós mesmos. Nem sempre é fácil fazer parte das nossas vidas, com todos estes sentimentos...

Mas nem tudo são rosas, existem também aqueles conselhos de tempestade, que ninguém quer ouvir ou sequer seguir. Os não pedidos, não desejados ou até impossíveis de seguir pelo que nós sentimos e vivemos de momento. Parecem quebra-cabeças que, algumas das vezes, tornam-se a nossa última solução. Como, por exemplo, arrumar o quarto ou acabar de escrever um livro.

Temos uma urgência de opinar, ser opinados e ouvir opiniões. Aliás, aposto que nós inventamos as letras, frases, mundos para isso mesmo!

E vocês, o que acham?
A vida não é feita de linhas rectas, como seguir então esses conselhos e sugestões tão lineares?

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