[Fase 5] Sou-te pela encruzilhada

janeiro 15, 2015

Sou-te pela encruzilhada que se apodera de nossos poros,
Gotas de suor numa escada infinita que sobe.

Pé ante pé, me descalço,
Desmancho meus fios de cabelo
E me desperdiço de ti
A cada verso, que vá perdê-lo!
De que serve viver-te por aqui,
Se a cada respirar meu, passo em falso,
És tudo o que já foste,
e o voltarás a sê-lo.

Horizonte de loucuras imaginárias,
Calçada subida, tortura temida.
Por dentre respirações entre-cortadas,
Ouve-te dentre as cantadas
Que velhas carcaças ousam cantar...

Por onde andas, fim de linha?
Quase que diria que ouvi o meu nome,
Naquela tua voz doce, distante.

Quanto horizonte, quanto renome
Tu te vestes, Ó Destino.

Seja insano, sem lógica.
Que tudo se transforme numa poça,
Dentre esses passos que sobem a escada.

Por onde caminharás tu,
Diante desta encruzilhada?

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Corações

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