[Pessoal] Sofia Duarte

agosto 01, 2014


Não se é especial por escrever, ou por sentir o que se escreve. O ser-se especial encontra-se nos olhos daqueles que os lêem.
Porquê agora? Era essa a questão que gritava cá dentro. Por qual razão estaria eu a desenvolver um canto desta personagem que nasce a cada letra minha? Após estes 14 anos de loucuras crescentes, para quê este passo?
São essas questões para as quais não encontro resposta no meu âmago que fazem este meu canto tão especial. Fez-se soprar pelo vento e ficou, aqui, agarradinho a mim.

Adoro espalhar minhas palavras pelo vento, deixar que se vão. Não para que os outros me sintam, jamais sentiria qualquer vontade disso. Quero ser-me a cada entrelinha, deixar que se faça real o que sou. Quem sou? Dependerá do dia...
Hoje sou sonho, ontem saudade e amanhã o sopro determinará. A certa incerteza de me tornar um todo de mim, sendo-me por partes.
O sorriso, aquele brilho que me sinto ser, espelhado a cada letra. É isso que desejo. É isso que sou. Ontem, hoje e qualquer outra altura. Para isso, basta apenas alguém me ler - ou ouvir. E se ninguém o fizer? Soprei-me ao vento de mim, encontrei aquele ego que ecoa cá dentro e sorri-me.

Porque ser-se louco é ser-se, maioritariamente, feliz.

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