Tags 2016, ENG

[Poetry] I miss you


I hope that your smile shines
Even if the clouds get through you.

Step by step, sound by sound
My voice echoes to find you.
Where are you, my friend?
I thought that I could have you found.

Even in the darkest days I feel
Your skin in my dreams.
Even in the silence I sing,
I don’t hear a single word,
I call you as it seems.

In the silence I miss you,
When no one listens, I call.
I want to hear your voice,
I must be insane.
I am.
Tags ENG, ENGRANDOM

[Texts] World of Sepia

I believe that the truth – even in its cruel way – must be told. We live in a world of sepia when we are blind to the truth and we don’t even know the colors of the day. All is perfect, beautiful and peaceful. Truth hurts, shows us our true colors and the ones that surrounds us. We even think that we can’t survive that kind of life. We are wrong.
We create illusions that make us justify all the shit we do every single day. It’s not really the truth that hurts people, but the person who hides it.
We say that we want to protect the person we love by lying, but we want to protect ourselves by not dealing with the depth of the truth. We can build a crazy net of lies just in seconds – and sometimes we even forgot how the truth truly was.
That beautiful Sepia World becomes the memories that we want to keep from that lies. We even knowing the truth – ugly truth – we want to get back to that insane happiness that was a simple DECEPTION.
Happiness is something that deserves the truth by its companion. Be truth to yourself, to your friends. Don’t forget that you can always survive whatever you think you can’t.
We are stronger in the truth that in that world of Sepia. Become the truest colors of yourself. Smile with it all. Don’t be alive just by breathing. Be free of the chains of deception. Break free from illusions that society inputs in us. Live in a world full of colors – truth is the better way, always. Even when it hurts, it’s real.
Tags .Poesia, Fase3

[Palavras Imensas] Aquele Palhaço

Preocupações de sorrisos,
Esperando que possam fazer-nos sorrir…
Felizes aqueles que os têm!

Depois de um dia,
Ficando ecoando mágoas, misérias…
Ficando pensando num palhaço que bate,
Que se diz um bom batente,
Sabe-se lá do quê!

Um palhaço que bate a quem sofre,
Não por sofrer apenas,
Também por não o ouvir…
Mas quem é este palhaço que bate?
Aquele que te diz sempre algo bem lá dentro…
Muitas vezes nem vale a pena ouvir.

Um palhaço faz sempre sorrir,
Por mais que seja mau o dia…
Curandeiro das dores mal curadas.
Tags .Prosa, 2016

[Conto] Eu quero ficar só

Acho que ouvi alguém, porém não levantei o meu rosto do chão. Queria que tudo à minha volta simplesmente desaparecesse e eu pudesse continuar aqui no chão para o resto da minha vida. O que me importava levantar se não tinha lugar para onde quisesse ir? Eu me sentia em cada nesta tempestade, neste jardim, nesta estrada sem gente que me pudesse importunar.
Eu senti aquele corpo aproximar-se de mim porém, não olhei. A curiosidade que alguma vez tive simplesmente se lavara com todo este caminho que percorrera. Nada mais me interessava além deste chão tão parecido com a minha vida agora.
- O que te traz? – Perguntei. O meu tom simplesmente dizia ‘desaparece’, que a pessoa entendesse o que eu precisava.
- A tua mão. – Ouvi a resposta, o tom suave contrastava com a tempestade que nos rodeava. – A tua mão me trouxe.
Ergui o meu rosto, observava um rosto sério. Olhos cinzentos, da cor da tempestade, pele molhada em tom café e lábios carnudos. Eu não sabia como a minha mão estava agora junto à dela. Parecia uma menininha, só que eu não imaginava como estava lá só. Olhei à minha volta e tudo permanecia deserto.
- A tua mão me aquece. – Comentou, sorrindo. Aquele sorriso pareceu encontrar-se com o meu olhar e deixá-lo ainda mais solitário. Como poderia aquele sorriso me fazer sentir ainda mais só?
- Não preciso de uma mão. Apenas quero ficar sozinha. – Afastei a minha mão, olhei novamente para o chão. Não me interessava que aquela criança estivesse sozinha. Eu não me iria mover novamente.
- Eu quero ficar só. – Ouvi a sua voz continuar, enquanto se levantava. – Eu estou só aqui contigo. – Um som de um pesado sorriso veio não muito de cima. – Eu sou só todo o tempo.
 

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